Iniciar um novo esporte, buscar um novo hobby, começar um curso e por aí vai.
Independente da atividade, experimentar algo novo no exterior pode exigir bastante de nós, mas nem sempre tomamos consciência disso.
Antes de mais nada, a gente precisa encontrar algo que tenha interesse em fazer. Em um novo país, as possibilidades são múltiplas – o que é animador, mas também desafiador.
É preciso então pesquisar, ler, entender, marcar uma aula experimental para identificar o que você mais gosta.
E depois vem o idioma. Se aprender algo novo em nosso idioma já é desafiador, em outro idioma, nem se fala.

No começo, nós não temos ainda o vocabulário necessário para entender tudo que está sendo explicado e isso demanda uma energia extra.
Por fim, a gente precisa se adaptar à dinâmica das aulas e do local. Além disso, a dinâmica social em um novo contexto pode ser diferente do que você está acostumado, e pode levar um tempinho para se sentir confortável e integrado.
E a conclusão? O problema não é você.
Começar algo novo no exterior exige bastante de nós mesmos.
Aceitando isso, é hora de se perguntar: o que eu posso fazer para tornar esse processo mais leve?
Explorar o novo nos revigora. É importante para nossa autoestima e para nossa saúde mental. Mas fazer isso no exterior exige bastante de nós.
O post de hoje é um convite para você refletir sobre o tema.
Você não precisa se sentir confortável de imediato para se permitir experimentar. Se esse processo tem sido mais difícil do que você imaginava, podemos conversar sobre isso. Agende uma conversa inicial gratuita de 15 minutos comigo clicando aqui.